Cesta básica sobe 1,43% em Maceió em agosto, aponta Dieese
Capital alagoana foi uma das duas únicas cidades, entre 27 capitais, a registrar alta no período
10 de setembro de 2026 às 16:05 · Maceió

O preço da cesta básica subiu 1,43% em Maceió em agosto, segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada pelo Dieese em parceria com a Conab.
Maceió foi uma das duas capitais, entre as 27 avaliadas, que registraram aumento no período. A outra foi São Luís, no Maranhão, com alta de 0,78%.
O custo médio da cesta em Maceió ficou em R$ 627,45, o terceiro menor valor entre as capitais pesquisadas. O preço superou apenas os registrados em Aracaju (R$ 570,98) e Natal (R$ 627,42). Salvador teve custo médio de R$ 628,89.
Na comparação com agosto do ano passado, o levantamento mostra alta do custo da cesta básica em 25 das 27 capitais. As únicas quedas ocorreram em Brasília (0,64% negativo) e Palmas (0,27% negativo).
Entre os produtos que ficaram mais baratos em agosto, a pesquisa destaca a batata, com queda em todas as cidades do Centro-Sul. O café em pó também recuou em 23 capitais. Tomate e feijão tiveram redução de preços.
O pão francês, o óleo de soja, o leite integral e o arroz agulhinha, por outro lado, subiram na maior parte das capitais analisadas.
Com base no custo da cesta mais cara do país, registrado em São Paulo, o Dieese calculou que o salário mínimo necessário para cobrir despesas básicas de uma família deveria ser de R$ 7.565,86.
O valor é 4,67 vezes maior que o salário mínimo atual, de R$ 1.621. A estimativa considera despesas como alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.