TSE confirma renúncia de Rafael Tenório à suplência de Wanderley
Empresário atribuiu a decisão a uma questão de foro íntimo e o MDB ainda não indicou substituto
10 de setembro de 2026 às 17:06

Rafael Tenório, empresário, formalizou a renúncia à candidatura de primeiro suplente de Dr. Wanderley (MDB), que disputa uma das duas vagas de Alagoas ao Senado nas Eleições 2026. A mudança já consta no sistema de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Na consulta ao sistema, o nome de Rafael aparece com a condição de inapto e a situação da candidatura indicada como renúncia.
A formalização ocorreu um dia depois de o empresário confirmar que deixaria a chapa. Na manhã de quarta-feira (9), Rafael informou à Gazetaweb que havia decidido sair da disputa.
O MDB ainda não anunciou quem vai ocupar a vaga deixada por Rafael na chapa de Dr. Wanderley. O empresário havia sido escolhido para compor a candidatura há menos de um mês.
Mesmo após a renúncia, Rafael afirmou que mantém apoio à candidatura de Wanderley ao Senado e à de Renan Filho (MDB) ao Governo de Alagoas.
Rafael também é atualmente o primeiro suplente de Renan Filho no mandato de senador. Renan deixou o cargo para disputar o Governo de Alagoas nas eleições deste ano.
A saída da disputa eleitoral acontece em um momento em que o nome de Rafael voltou a circular nos bastidores do futebol alagoano como possível opção para assumir a presidência do Centro Sportivo Alagoano (CSA).
Nos últimos dias, as movimentações em torno de um possível retorno do empresário ao comando do clube ganharam força. Rafael já presidiu o CSA e teve atuação de destaque na administração do Azulão.
Não há confirmação de que a possível volta ao CSA tenha relação com a decisão de deixar a candidatura.
No sistema do TSE, a condição de inapto atribuída a Rafael decorre da própria renúncia apresentada pelo candidato, não de um indeferimento pela Justiça Eleitoral.
Agora, a definição em aberto é sobre quem vai ocupar a primeira suplência na chapa de Dr. Wanderley ao Senado.