Vitinho é condenado a 13 anos de prisão por estupro em Coité do Nóia
Advogada da vítima confirma a pena e diz que vai recorrer para tentar aumentar a condenação
31 de agosto de 2026 às 15:08 · Coité do Nóia

Victor Bruno da Silva Santos, conhecido como Vitinho, foi condenado a 13 anos e quatro meses de prisão pelo estupro da colega de escola Maria Daniela Ferreira Alves, em Coité do Nóia, no Agreste de Alagoas.
A condenação e o tempo de pena foram confirmados pela advogada da vítima, Júlia Nunes, nesta segunda-feira (31).
O Tribunal de Justiça de Alagoas confirmou a existência da sentença no processo. O juiz Matheus de Miranda, responsável pelo caso, informou que não poderia dar detalhes da decisão porque o processo tramita em segredo de Justiça.
A advogada de Maria Daniela disse que pretende recorrer da decisão para tentar aumentar o tempo de condenação. A defesa de Victor Bruno também confirmou a condenação.
Victor Bruno foi preso no dia 10 de julho, em Taquarana, após ficar foragido desde dezembro de 2024.
O crime aconteceu no dia 6 de dezembro de 2024, após uma confraternização entre colegas de escola em uma chácara da família do acusado, no Povoado Poção, na zona rural de Coité do Nóia.
Segundo as investigações, Maria Daniela, que tinha 19 anos na época, foi estuprada, agredida e sofreu uma tentativa de asfixia.
A jovem ficou cinco dias em coma e permanece com sequelas graves, precisando de ajuda para realizar atividades básicas.
Exames toxicológicos feitos durante a investigação identificaram a presença de Diazepam, Fenitoína, Haloperidol, Nordiazepam e Prometazina, substâncias com efeito sedativo.
Segundo o Ministério Público de Alagoas, o estupro teria sido premeditado e a vítima teria sido dopada para não oferecer resistência.